E numa noite escura e fria, escrevo para aplacar a sensação
de solidão, tenho por companhia apenas as palavras que brotam de minha mente e veem
parar neste pedaço de papel em branco, a música calma, a letra saudosa, uma
taça de vinho de gosto adocicado, tal qual os lábios dela.
Tenho distribuído sorrisos e boas energias aos outros, guardado para mim a dor da saudade, do adeus que não veio, da amizade que se foi, tenho sido uma perfeita atriz nessa peça da vida, disfarçando lágrimas com sorrisos, tristeza com bons conselhos, tenho saído mais de casa, muitas vezes só,para não ter que fingir as dores que a vida me mostrou e que ainda não pude superar.
Passamos tanto tempo de nossas vidas tentando ser fortes, mas até onde ser forte é uma dádiva, é uma qualidade, quando na verdade ser fraco nos torna mais humanos. Afinal,por que disfarçar tanto nossas tristezas?
Não acoberto minhas dores, minhas cicatrizes, minhas tristezas e dissabores por medo, por vergonha, mas sim por egoísmo, não vejo motivos para compartilhar o que carrego no peito, é uma bagagem minha, que ninguém tem o dever de ajudar e eu, em meu infantil egoísmo, a quero apenas para mim, sem saber se faço bem ou mal, mas tendo plena consciência, de que desta forma eu aprendo, com as mazelas da vida, da minha vida.
Tenho distribuído sorrisos e boas energias aos outros, guardado para mim a dor da saudade, do adeus que não veio, da amizade que se foi, tenho sido uma perfeita atriz nessa peça da vida, disfarçando lágrimas com sorrisos, tristeza com bons conselhos, tenho saído mais de casa, muitas vezes só,para não ter que fingir as dores que a vida me mostrou e que ainda não pude superar.
Passamos tanto tempo de nossas vidas tentando ser fortes, mas até onde ser forte é uma dádiva, é uma qualidade, quando na verdade ser fraco nos torna mais humanos. Afinal,por que disfarçar tanto nossas tristezas?
Não acoberto minhas dores, minhas cicatrizes, minhas tristezas e dissabores por medo, por vergonha, mas sim por egoísmo, não vejo motivos para compartilhar o que carrego no peito, é uma bagagem minha, que ninguém tem o dever de ajudar e eu, em meu infantil egoísmo, a quero apenas para mim, sem saber se faço bem ou mal, mas tendo plena consciência, de que desta forma eu aprendo, com as mazelas da vida, da minha vida.
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