Ela se encontrava cansada, mais uma vez. A maquiagem impecável, o sorriso constante, os olhos atentos, os comprimentos, beijos e abraços, contrastavam com seu interior. El sentia-se só, muito só.
Era como encenar por uma vida inteira, e agora, ela não se sabe como parar. Não e tristeza que a atormenta, pelo menos não é só isso, é algo mais, algo maior, mais pesado, mais dilacerante, mais difícil de se entender, nem ela sabe o que é, mas é algo que a deixa destroçada por dentro.
Sentada em um canto, como que à observar a movimentação, a mente divagueia por entre turbilhões dentro de si. Ela queria saber ser feliz, por completo, ela queria poder ser alguém comum, sem sentir-se só. Uma lágrima ousa querer escorrer, gerada pela tempestade dentro dela, mas as mãos ágeis apressam-se em interrompê-la, interromper o pranto, interromper aquela tempestade e mais uma vez volta para onde deveria estar, a sorrir, brincar, e ignorar todos os sentimentos que lhe faz sentir-se infeliz.
Sentada em um canto, como que à observar a movimentação, a mente divagueia por entre turbilhões dentro de si. Ela queria saber ser feliz, por completo, ela queria poder ser alguém comum, sem sentir-se só. Uma lágrima ousa querer escorrer, gerada pela tempestade dentro dela, mas as mãos ágeis apressam-se em interrompê-la, interromper o pranto, interromper aquela tempestade e mais uma vez volta para onde deveria estar, a sorrir, brincar, e ignorar todos os sentimentos que lhe faz sentir-se infeliz.
“Queriaser tão feliz, quanto demonstro ser.”
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